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Cultura

Advogado rio-pretense, Durval de Noronha Goyos Jr, lança livro sobre a história da literatura erótica

Obra será lançada no dia 5 de junho, em São Paulo, e terá venda online

“Literatura chamada erótica não deve ser confundida com pornografia (...). Na literatura, o fenômeno erótico é um aspecto, enquanto na pornografia, a representação da manifestação sexual é o objetivo exclusivo do exercício. Por ser liberta de restrições, a literatura erótica é uma verdadeira manifestação artística.”

Assim começa o segundo romance escrito por um dos mais destacados advogados brasileiros e presidente da UBE - União Brasileira de Escritores, Durval de Noronha Goyos Júnior, que assina a obra sob o heterônimo de António Paixão. A obra tem pré-lançamento marcado para o dia 24 de maio, na sede da UBE, em São Paulo, com lançamento oficial no dia 5 de junho, na Livraria da Vila, também em São Paulo. 

Num primeiro momento, o autor traça uma linha do tempo, contando onde e quando surgiu a literatura erótica em diversas partes do mundo. De linguagem erudita, o conteúdo é extremamente rico e contextualizado com exemplos de trechos de obras de grandes escritores do gênero.

Formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com pós-graduação no Hastings College of Law, o autor, que já publicou 59 volumes em direito internacional, lexicografia, história e economia, se aventurou no gênero, pela primeira vez, em 2017, ao escrever “Shanghai Lilly”, que descreve a vida nada ortodoxa da personagem de Vivian Salomon.

O segundo momento do livro é dedicado aos contos eróticos criados pelo autor. Com citações históricas e eruditas, Paixão cria narrativas sobre personagens – todos imaginários, que fique claro – muito próximos à realidade cotidiana que, de imediato, cativam a empatia do leitor.

 Sobre o autor:

Durval é rio-pretense e, com uma sólida carreira na advocacia, foi responsável pela abertura do primeiro escritório jurídico de origem latina a receber permissão do governo chinês para se estabelecer na cidade de Xangai em 2001. Também é um dos poucos autores brasileiros publicados em Mandarim, suas obras são traduzidas e adotadas em escolas e universidades de todo o mundo.

 

Serviço:

A História da Literatura Erótica e Meus Contos Malditos

António Paixão – Ed. UBE

Páginas: 200

Por Da Redação em 21/05/2018 às 13:00